São Paulo – Cia Teatro do Incêndio apresenta Joana d´Arc a
Virgem de Orleans no Teatro Bibi Ferreira
Peça de Teatro Joana d´Arc a Virgem de Orleans no Teatro Bibi
Ferreira São Paulo Cia Teatro do Incêndio
A Cia. Teatro do Incêndio apresenta até o dia 1º de setembro de 2011,
nas quartas e quintas, às 21h, no Teatro Bibi Ferreira
( Av. Brigadeiro Luis Antonio, 931 – Bela Vista ), em São Paulo,
a encenação Joana d´Arc a Virgem de Orleans, que conta a história
da guerreira herética tornada santa e mito e que há séculos atrai
e fascina multidões. O texto é do alemão Friedrich Von Schiller,
com tradução de Mario Vitor. Marcelo Marcus Fonseca assina
a direção do drama.
Joana d´Arc a Virgem de Orleans
A peça traz uma visão particular da trajetória da heroína francesa,
cognominada de a “Virgem de Orleans”, que foi acusada, julgada
e queimada viva por heresia: na obra de Schiller, ela é perdoada
em vida e tem uma morte gloriosa no campo de batalha.
A obra é um dos maiores sucessos de Schiller como dramaturgo,
projetando o autor definitivamente como um dos maiores expoentes
do Romantismo alemão. Nela, o autor recria poeticamente a história
para fazer uma reflexão sobre guerra, paz, a fé e o amor.
Ao concluir a obra, Schiller a enviou a Goethe e este lhe escreveu:
“Devolvo-lhe a obra com meu agradecimento; é tão bela e tão boa,
que não tenho com que compará-la.”
A montagem do grupo para a saga romântica da camponesa
semiletrada que libertou a França reúne 20 atores
em cena e uma trupe de renomados profissionais do teatro brasileiro.
A atriz Liz Reis interpreta a protagonista transitando entre a pureza,
a dúvida amorosa e a vingança, os traços da humanidade da Joana D’Arc
de Schiller. Não se trata de representar, mas de aceitar Joana em mim”,
diz a atriz, que dirige a companhia ao lado do encenador.
Schiller faz uso do mito de Joana d’Arc para discutir ética,
igualdade, intolerância e para subverter as ideias sobre o feminino.
O autor se apoia na filosofia de Kant, cujo pensamento é a reafirmação
“do bom, do belo e do verdadeiro”, na arte e no homem.
Nesta montagem, a narrativa assume múltiplos significados.
Assim, dialeticamente é construída uma crítica ao cinismo,
à mentira e à destruição do homem pelo homem,
que ecoa até os tempos atuais.
O diálogo, ao longo de cenas rápidas, é preciso e tem o sentido
de crítica aos valores sociais e morais, à desigualdade,
transcendendo os limites do Romantismo vigente à época do autor.
Serviço Joana d´Arc a Virgem de Orleans
:: Local : Teatro Bibi Ferreira
:: Endereço : Av. Brigadeiro Luis Antonio, 931 – Bela Vista – São Paulo – SP
:: Mais informações : (11) 2122-4001
:: Temporada : de 18 de maio a 1º de setembro de 2011
:: Apresentações : Quartas e quintas. às 21h
:: Preço do Ingresso : R$ 50,00
:: Texto : Friedrich von Schiller
:: Tradução : Mario Vitor Santos
:: Direção Geral : Marcelo Marcus Fonseca
:: Elenco : Liz Reis, André Latorre, Wanderley Martins, Luis de Tolledo,
Marcelo Marcus Fonseca, Thiago Molfi, Urias Garcia, David Guimarães,
Cláudio José, Sonia Molfi, João Sant’Ana, Caio Blanco, Giulia Lancellotti,
Robson Monteiro, Marcus Fernandes, Talita Righini, Paulo Solar,
Louis Caetano, Vander Lins e Eraldo Junior.
BEGGEG
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