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“Nós somos uma maioria tratada como minoria. Conferências como essa devem servir como espaços para reflexão”, disse, citando como exemplo a representatividade política, que considera “insignificante”. Segundo Terezinha Beraldo, levantamentos apontam que o Paraná é um dos Estados mais atrasados em relação às políticas direcionadas à mulher, sendo necessário avançar em vários aspectos. Uma das proposições seria pensar, até mesmo, na criação de uma Secretaria de Estado da Mulher, a partir de discussões envolvendo os diversos segmentos da sociedade organizada. “Ter voz e não ter vez não dá”, enfatizou.
A opinião é compartilhada pela vereadora Mara da Saúde, única mulher da atual legislatura. “É preciso sim aumentar a participação das mulheres na vida política. Não se trata de medir força com os homens”, avaliou.
Segundo a secretária de Assistência Social, Marcela Laino Verrilo, diversos avanços foram obtidos a partir de 2009. O Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM), por exemplo, vem desenvolvendo um trabalho inovador, através da equipe composta por psicólogos, advogados e outros profissionais. “Propomos atendimento ao homem agressor, pois percebemos o quanto é difícil para a mulher vitimada conseguir equacionar o problema sozinha”, disse.
O resultado das deliberações resultou em subsídios para a 3ª Conferência Nacional de Políticas Públicas para Mulheres, programada para dezembro, em Brasilia.
umuaramailustrado

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